Você está com a obra em andamento, o pedreiro aguardando, o concreto pronto para descer, e percebe que falta a betoneira. Ou o andaime. Ou aquele martelete para furar a parede de alvenaria. Abre o celular e digita "material de construção perto de mim" para ver o que aparece no mapa.
Essa cena, repetida todos os dias em obras grandes e em pequenas reformas residenciais, virou a forma mais comum de o brasileiro encontrar fornecedor para construção. No Brasil, essa busca ultrapassa 74 mil pesquisas mensais, segundo dados das próprias ferramentas do Google. O problema é que, na maioria das vezes, a loja de material resolve apenas metade da necessidade. Ela vende o cimento, o ferro, o tijolo, a argamassa.
Mas e o equipamento? A betoneira, o andaime, a placa vibratória, o vibrador de concreto, o guincho de coluna? Comprar todos esses itens para usar duas semanas em um serviço pontual se torna inviável para a maioria dos profissionais e proprietários. É nesse ponto que entra o aluguel, área em que a LocExpress trabalha.
Este artigo percorre cada região do Brasil onde a LocExpress mantém unidades, descreve o que está disponível em cada uma e mostra como essa busca local se conecta à locação de equipamentos na sua cidade ou na cidade vizinha. A proposta é simples: você termina a leitura sabendo onde encontrar o que falta na obra.
Material de construção perto de mim, por que essa pergunta sempre aparece?
Quem trabalha no canteiro sabe que tempo parado representa prejuízo direto. Se o pedreiro está aguardando uma betoneira, três horas equivalem a salário pago sem contrapartida produtiva. Se o andaime não chegou, a fachada não é pintada, e o pintor cobra o dia mesmo sem produzir o esperado. Por isso, a primeira providência de muitos profissionais quando falta um equipamento é abrir o mapa do celular e procurar o que existe nas redondezas.
A busca por proximidade vai além de comodidade. Ela protege o cronograma. Quanto mais próxima a loja ou a locadora estiver da obra, menor o frete, menor o tempo gasto no trânsito e mais rápido o material chega ao canteiro. Para quem aluga, há ainda outro detalhe relevante. A diária do equipamento começa a ser contada no momento em que ele deixa a locadora. Quanto menor a distância, menor o tempo de máquina ociosa em cima do caminhão.
Existe outro fator importante. Uma loja próxima costuma ser também uma loja conhecida na região. Você consegue indicação do colega que já alugou ali, sabe se a betoneira está em bom estado, se o atendimento é confiável, se o equipamento é entregue no horário combinado. Em obra, essa rede de informação informal vale mais do que qualquer apresentação institucional bem produzida.
A diferença entre comprar material e alugar máquina
Existe uma divisão simples que ajuda a economizar bastante na obra. O que será consumido pela construção, você compra. O que será utilizado e devolvido, você aluga. Cimento, areia, brita, tijolo, ferro, telha, argamassa, tubo, fio, tinta: tudo isso é levado pela loja de material e incorporado à edificação. Já a betoneira que mistura o concreto, o andaime que apoia o pedreiro, a placa vibratória que firma o piso, o vibrador de concreto que retira o ar da laje: nada disso permanece na obra após o término dela.
Comprar uma betoneira de 400 litros nova pode custar mais do que muitos profissionais alugam em dois ou três anos. Pior: depois que a obra termina, ela fica no quintal exposta à ferrugem, ocupando espaço e exigindo manutenção periódica. Para quem trabalha com construção como ofício diário, faz sentido manter algumas ferramentas próprias. Mas para o cliente eventual, para a reforma pontual, para a obra de fim de semana, o aluguel é o caminho que torna a conta viável.
Há mais um ponto. A locadora cuida da manutenção, substitui peças com defeito, garante que o equipamento sai em condição de uso. Você não precisa entender de mecânica nem manter ferramentaria em casa. Retira, utiliza, devolve. É a mesma lógica do Uber e do Airbnb, adaptada ao canteiro de obra: você paga pelo uso, e não pela posse.
O que está disponível em todas as lojas LocExpress?
A LocExpress trabalha com um catálogo padrão presente em todas as unidades da rede, do Norte ao Sul do país. Isso significa que, ao chegar a uma loja em Manaus ou em Xangri-Lá, o cliente encontra basicamente o mesmo conjunto de equipamentos disponível em Fortaleza ou em Belo Horizonte.
Para concretagem e estrutura, a base do estoque inclui escoras metálicas reguláveis, andaimes tubulares, betoneiras de 400 litros, vibrador de concreto, compactador de percussão e placa vibratória. Quem está executando laje, contrapiso ou alicerce utiliza pelo menos três ou quatro desses itens em sequência. A betoneira mistura, o vibrador de concreto retira o ar, o compactador de percussão firma o solo antes da concretagem do piso, a placa vibratória conclui o adensamento.
Para serviços em altura e movimentação de carga, a unidade dispõe de guincho de coluna, equipamento que eleva massa e material aos pavimentos superiores sem necessidade de transporte manual escada acima. Para demolição e perfuração, a LocExpress mantém martelos em praticamente todas as faixas de peso: 3, 5, 8, 11, 15 e 30 quilos. O martelo mais leve atende ajustes finos e pequenos furos em alvenaria. Os modelos mais pesados servem para quebrar piso, derrubar parede ou abrir vala em concreto rígido.
Na linha de corte e acabamento, todas as unidades trabalham com cortadora de piso, serra mármore, esmerilhadeira e lixadeira. Para limpeza de obra e desincrustação, a lavadora de alta pressão também integra o mix padrão. Esses equipamentos cobrem desde o encerramento da obra bruta até a entrega final, quando é necessário lavar a calçada, o muro e a fachada antes da entrega ao morador.
Como funciona a locação na prática?
O processo costuma ser direto. Você liga, envia mensagem ou comparece à loja com a relação do que precisa. A locadora confere a disponibilidade, define o prazo do aluguel, formaliza o contrato e libera o equipamento. A maioria das unidades aceita locação por dia, semana ou mês. Quanto mais longo o prazo, melhor a tarifa por diária.
No momento da retirada, vale conferir três pontos. Primeiro, se o equipamento está funcionando corretamente. Liga, testa, observa se há ruído incomum. Segundo, se acompanham os acessórios necessários: cabo, plugue compatível, manual básico. Terceiro, se o atendente fornece as orientações de uso e segurança. Equipamento de obra precisa ser operado de forma adequada. Um martelete utilizado de maneira errada compromete a máquina e pode ferir o operador.
Na devolução, a lógica se inverte. Faça uma limpeza simples no que for possível, devolva no prazo combinado e confira se nenhum acessório ficou na obra. Equipamento entregue em ordem facilita a próxima locação e mantém boa relação com a locadora, fator que pesa na hora de negociar prazo e preço em uma futura obra.
Lojas no Norte: do Amazonas a Roraima
A LocExpress mantém quatro unidades no Norte do país. Em Manaus, no Amazonas, a loja fica na Avenida Constantino Nery, 2092, no bairro São Geraldo, com atendimento pelo telefone (92) 98421-1413. A região metropolitana de Manaus concentra obras industriais, residenciais e ampliações de estrutura urbana, e a unidade atende tanto o cliente profissional quanto a pessoa física que entra na loja para alugar uma furadeira ou uma escada.
Em Boa Vista, capital de Roraima, a unidade está na Avenida Venezuela, 2309, no Jardim Floresta. O contato é (95) 98121-1331. Boa Vista cresce em ritmo próprio, com obras públicas e construção residencial impulsionando a demanda por aluguel de máquinas. A loja atende desde o construtor que precisa de uma betoneira para uma obra pequena até o profissional autônomo que aluga uma serra mármore para um serviço de bancada.
Palmas, no Tocantins, conta com loja na Quadra ACSE 80, Avenida Joaquim Teotônio Segurado, no Plano Diretor Sul, com telefone (63) 99295-4044. Palmas é uma capital relativamente jovem, com bastante atividade de expansão urbana, e o aluguel de andaime e escora costuma representar boa parte do que sai da unidade.
Em Vilhena, Rondônia, a LocExpress está na BR-174, número 1267, Jardim das Oliveiras. O telefone é (69) 99383-2303. Vilhena cumpre a função de polo regional para cidades vizinhas que ainda não dispõem de locadora estruturada, e a unidade atende clientes que vêm de outras localidades para retirar equipamento. Quem trabalha em obra na divisa com o Mato Grosso ou no interior rondoniense costuma centralizar o aluguel ali pela facilidade de acesso pela rodovia.
As quatro unidades do Norte trabalham com o mesmo catálogo padrão da rede e seguem a mesma lógica de atendimento. Em uma região onde a distância representa um obstáculo concreto, dispor de equipamento próximo faz diferença significativa na velocidade da obra.
Lojas no Nordeste: a maior concentração
O Nordeste é a região onde a LocExpress mantém mais lojas, com presença em quase todos os estados. Quem busca esse tipo de fornecedor em capitais nordestinas tem boa chance de encontrar uma unidade da rede a poucos quilômetros do canteiro.
No Ceará, estado onde a empresa começou em 2020, há três lojas. Em Fortaleza, são duas unidades. A Fortaleza Castelão fica na Avenida Deputado Paulino Rocha, 2186, em Cajazeiras, telefone (85) 98161-1395. A Fortaleza Sul atende na Avenida Washington Soares, 8981, no Guajerú, com contato (85) 99179-0773. Em Sobral, no interior cearense, a loja está na Rua Manoel Marinho de Andrade, 581, no bairro Domingos Olímpio, telefone (88) 98181-9580.
No Rio Grande do Norte, há lojas em Natal e Mossoró. A unidade de Natal funciona na Avenida Coronel Estevam, 2040, no Alecrim, telefone (84) 99200-1880. A de Mossoró fica na Rua Nísia Floresta, 300, no Alto da Conceição, contato (84) 99693-0048.
A Paraíba conta com lojas em Campina Grande e João Pessoa. A de Campina Grande está na Avenida Jornalista Assis Chateaubriand, 1871, bairro Liberdade, telefone (83) 2148-1811. A de João Pessoa tem endereço em Cabedelo, na região metropolitana, na Rua das Mangueiras, 214b, no Amazônia Park, com contato (83) 98909-9994.
Em Pernambuco, a rede mantém três unidades. Recife tem loja na Estrada dos Remédios, 774, em Afogados, telefone (81) 99480-2316. Petrolina, na divisa com a Bahia, fica na Rua Assis Chateaubriand, 498, no Jardim Amazonas, contato (87) 99948-9493. E Palmares, no interior pernambucano, atende na Avenida Desembargador Rorenildo da Rocha Leão, 1376, bairro Santa Rosa, telefone (81) 99521-3525.
A Bahia é o estado com maior número de unidades da rede no Nordeste. Salvador tem loja na Rua Padre Domingos de Brito, 56, no bairro Garcia, contato (71) 9603-6245. Feira de Santana atende na Rua Corredor dos Araçás, 991, no bairro Sim, telefone (75) 98110-4334.
Itabuna conta com unidade na Avenida Amélia Amado, 734, Centro, contato (73) 99910-1130. Vitória da Conquista funciona na Rua Santiago, 160, bairro Jurema, telefone (77) 98102-9477. Senhor do Bonfim fica na Avenida Antônio Carlos Magalhães, 374, Centro, com contato (74) 99104-4000. E Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, possui duas lojas, ambas atendendo o agronegócio e a construção da região.
Completam o Nordeste a unidade de Teresina, no Piauí, na Rua Valença, 3473, na Tabuleta, telefone (86) 98190-5555, e a de São Luís, no Maranhão, na Avenida Lourenço Vieira da Silva, 16, no Jardim São Cristovão, contato (98) 97011-7868.
Lojas no Sudeste: capitais e interior
No Sudeste, a LocExpress mantém presença em três estados. Minas Gerais conta com duas unidades. A de Belo Horizonte fica em Contagem, cidade vizinha que integra a região metropolitana, na Avenida Severino Ballesteros, 529, bairro Ressaca, telefone (31) 3150-6924. A unidade de Lagoa Santa, na região do aeroporto de Confins, está na Rua Pinto Alves, 2667, na Vila Maria II, contato (31) 99852-3375.
No Rio de Janeiro, a loja funciona em Niterói, na Avenida Rui Barbosa, 637, no bairro São Francisco, telefone (21) 99658-2208. Niterói registra forte atividade de reforma residencial e atende também o entorno, com clientes vindos de cidades próximas.
São Paulo possui três unidades distribuídas. Vila Guilherme, na zona norte da capital, fica na Avenida Joaquina Ramalho, 379, telefone (11) 94000-3530. No interior, Piracicaba atende na Rua Bom Jesus, 2070, na Cidade Alta, contato (19) 3422-2012. E Campo Belo, no sul de Minas mas operando como praça paulista de fronteira, funciona na Avenida Professor Vicente Ráo, 894, no Jardim Petrópolis, telefone (11) 99995-2212.
Em todas as unidades do Sudeste, o cliente encontra o mesmo catálogo padrão da rede, com escoras, andaimes, betoneiras de 400 litros, compactador de percussão, placa vibratória, guincho de coluna, vibrador de concreto, cortadora de piso, martelos de 3, 5, 8, 11, 15 e 30 quilos, serra mármore, esmerilhadeira, lixadeira e lavadora de alta pressão.
Lojas no Sul: do Paraná ao Rio Grande do Sul
No Sul, a LocExpress conta com cinco unidades. No Paraná, a loja fica em Colombo, região metropolitana de Curitiba, na Rodovia da Uva, 1403, bairro Roça Grande, telefone (41) 3798-0919. Colombo é uma praça forte de obra residencial e industrial, atendendo também clientes de Curitiba e cidades vizinhas.
Santa Catarina tem três unidades. Itajaí, no litoral, está na Avenida Vereador Abrahão João Francisco, 4555, no bairro Ressacada, contato (47) 93382-5451. Jaraguá do Sul atende na Rua Onélia Horst, 87, na Vila Lenzi, telefone (47) 99684-6015. E São José, na grande Florianópolis, fica na Rua Paulino Pedro Hermes, 466, em Nossa Senhora do Rosário, com contato (48) 99206-3035. Esses três pontos cobrem boa parte da costa catarinense, do Vale do Itajaí até a região da capital.
No Rio Grande do Sul, a unidade está em Xangri-Lá, no litoral norte gaúcho, na Avenida Paraguassu, 3759, telefone (51) 99494-4760. A região concentra construção de casas de praia, condomínios e obras de manutenção sazonal, e a loja recebe clientes de Porto Alegre e de cidades vizinhas durante a temporada de obra.
A região Sul também se destaca pela cultura de obra própria. Muitos proprietários conduzem a construção da casa de forma direta, contratando o pedreiro de confiança e tocando o serviço aos fins de semana. Para esse perfil, o aluguel é o que viabiliza o acesso a equipamento profissional sem o investimento de compra.
Quando vale alugar e quando vale comprar?
Existem situações em que comprar equipamentos faz sentido. Se você é pedreiro profissional e utiliza a furadeira de impacto diariamente, a compra compensa. Se trabalha com acabamento e usa a lixadeira durante a semana inteira, a compra também é justificável. Mas há equipamentos que raramente compensam adquirir, mesmo para quem trabalha com obra de forma contínua.
O compactador de percussão é um deles. Sua utilização ocorre em uma fase específica da obra, com três ou quatro dias de uso intensivo, seguidos de meses sem demanda. O mesmo padrão se aplica à placa vibratória, ao vibrador de concreto, ao guincho de coluna e ao martelo de 30 quilos. São equipamentos caros, pesados, que exigem espaço para armazenamento e ficam longos períodos sem utilização.
O andaime tubular também integra essa lista. Para montar um andaime de fachada com qualidade, é necessário um conjunto considerável de peças e quadros. A aquisição completa representa um investimento elevado. Alugar pelo período da obra resolve a necessidade sem ocupar galpão depois.
A regra prática se aproxima desta lógica: se o equipamento será utilizado mais de duas vezes por semana, vale comprar. Se o uso é restrito a fases pontuais ou a obras específicas, vale alugar. Esse cálculo simples evita que o construtor amador acumule máquinas paradas no quintal e que o profissional comprometa o capital de giro com equipamentos sem retorno rápido.
Como encontrar o equipamento certo?
Encontrar material de construção perto de mim representa apenas metade do trabalho. A outra metade consiste em localizar quem aluga o equipamento adequado na mesma região. A loja de material vende o que será incorporado à casa: o cimento, o ferro, o bloco, a tinta. A locadora aluga o que viabiliza a construção mas não permanece nela: a betoneira que mistura, o andaime que apoia o pedreiro, a serra que corta a cerâmica, a lavadora que limpa tudo ao final.
Em muitas cidades, esses dois fornecedores estão a poucos quilômetros um do outro. Em capitais como Recife, Salvador, Manaus, Belo Horizonte, Curitiba ou Florianópolis, é possível resolver as duas pontas da obra em uma única manhã. Você passa na cimentaria, carrega o material, segue para a locadora, retira o equipamento, leva tudo ao canteiro e inicia o serviço no mesmo dia.
Em cidades menores, onde a malha de fornecedores é mais espaçada, a presença de uma locadora estruturada faz diferença ainda maior. Em Xangri-Lá, em Vilhena, em Senhor do Bonfim ou em Sobral, a existência de uma loja LocExpress no município evita que o construtor precise percorrer duas ou três horas até encontrar uma betoneira disponível. Esse tempo economizado se converte em produtividade na obra e em recursos preservados.
Sua obra não pode parar por falta de equipamento
A LocExpress nasceu em 2020, fundada por Marcus Vinícius Lara e Eduardo Viegas. Marcus atua no setor de locação de equipamentos desde 1994, quando iniciou no Grupo Orguel, pioneiro brasileiro do segmento. Eduardo entrou em 2011 e estruturou a operação que viria a se tornar uma rede. Juntos, somam mais de 40 anos de experiência no mercado.
A rede mantém atualmente 34 unidades em mais de 20 estados, com lojas distribuídas pelas cinco regiões do Brasil, e foi reconhecida pela Associação Brasileira de Franchising (ABF) com o Selo de Excelência em Franchising em 2025 e em 2026, além do Selo ESG ABF em 2025. A LocExpress é a única franquia do segmento de Casa e Construção a receber as três distinções consecutivas.
Para o construtor, para o pedreiro, para o empreiteiro ou para quem está reformando a casa nos fins de semana, o que importa é o seguinte: existe uma loja por perto, com o equipamento adequado em estoque, e o aluguel custa menos do que a aquisição para uso pontual.
Na próxima vez em que você abrir o celular para procurar fornecedor da obra, lembre-se de que metade do serviço está no que se compra na cimentaria, e a outra metade está no que se aluga em uma loja especializada.